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"Teve uma frase que me chamou muito a atenção: nossos filhos estão entrando meninos e meninas, e o compromisso da Universidade é devolvê-los como jovens comprometidos com a sociedade, responsáveis e solidários."
Rachel Pinto é mãe de Daniel Gonçalves Pinto, aprovado no último vestibular para o curso de Medicina da PUC-SP. Naturais e residentes no Rio de Janeiro (RJ), ela; o marido, Carlos Laerte F. Pinto; e o filho encararam o desafio da mudança para Sorocaba (SP), onde fica a Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde (FCMS).
O que poderia ter sido uma transição logística complexa transformou-se em uma experiência marcada pelo cuidado institucional. Rachel percebeu que o discurso sobre acolhimento humanizado – presente nas mídias da Universidade e reforçado por diretores e coordenadores durante a Semana de Recepção dos Novos Alunos – não se resume a palavras: traduz-se em atitudes concretas e gestos genuínos de apoio.
Sem agendamento, mas com toda atenção
"Somos do Rio de Janeiro e não conhecíamos essa região do interior de São Paulo", conta Rachel. "Quando o Daniel foi aprovado, visitamos o campus Sorocaba em novembro de 2025. Como era logo após um feriado, não tínhamos conseguido agendar com ninguém. Porém, ao chegarmos, já fomos atendidos e surpreendidos com a amabilidade do pessoal da Universidade."
Durante aquela visita não programada, a família do recém-aprovado foi recebida por diversos profissionais que atuam no campus, tanto nas áreas de apoio quanto na docência. O trio conheceu as instalações da Faculdade e sentiu o calor humano do ambiente. "Tivemos um acolhimento muito grande por todos, desde a secretaria, os professores e até a diretoria. Todos chamavam meu filho pelo nome, transmitindo-nos um cuidado pessoal muito genuíno com ele. Sentimos que foi mais uma benção de Deus para nossa família", destaca Rachel.
O desafio da moradia e o apoio que fez a diferença
Um dos maiores desafios práticos era encontrar moradia adequada para Daniel. "Foi nesse momento que conhecemos a Angélica Decolas, integrante do Programa de Acolhimento Comunitário (PAC). Ela foi superamável e passou várias orientações sobre os locais mais seguros para moradia. Pedi para que nos informasse se soubesse de algum imóvel disponível. Aconteceu de ela nos indicar um que foi anunciado na Universidade. Deu tudo certo, ele atendeu à nossa expectativa e conseguimos alugá-lo." O episódio exemplifica como o suporte institucional se estende para além dos muros da sala de aula, alcançando as necessidades cotidianas dos estudantes e suas famílias.
Entram meninos e meninas, mas sairão profissionais comprometidos
Para Rachel, a promessa dos professores e dirigentes da FCMS e PUC-SP durante a Semana de Recepção não ficou apenas no discurso: materializou-se em práticas observáveis. "Teve uma frase que me chamou muito a atenção – nossos filhos estão entrando meninos e meninas, e o compromisso da Universidade é devolvê-los como jovens comprometidos com a sociedade, responsáveis e solidários." Isso, segundo ela, já começou a se cumprir desde os primeiros contatos da família com a Universidade.