PUC-SP lidera aprovação em concurso do Ministério Público de SP
Universidade teve o maior número de ex-alunos aprovados entre todas as instituições;...
Com participação do Prof. Antonio Corrêa de Lacerda (Economia)

Reportagem do Portal UOL examina por que a recente redução da taxa básica de juros ainda não se reflete de forma imediata no crédito ao consumidor. Embora a Selic tenha sido cortada, o movimento não chega automaticamente às taxas finais, já que bancos e financeiras ajustam suas condições de forma gradual, sobretudo em cenários de incerteza.
O economista Prof. Antonio Corrêa de Lacerda, afirma que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) pode desempenhar papel central ao esclarecer os critérios adotados pelo Banco Central. A leitura mais detalhada do documento tende a orientar o mercado sobre a continuidade ou não do ciclo de cortes, o que influencia diretamente a definição das taxas praticadas ao público.
A reportagem indica ainda que o ambiente econômico global adiciona pressão ao cenário. Fatores como a instabilidade internacional e a alta de preços de commodities energéticas afetam as expectativas de inflação e reforçam a cautela das instituições financeiras. Nesse contexto, o repasse da queda da Selic ocorre de maneira mais lenta e desigual, mantendo o crédito em níveis elevados no curto prazo.
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